Eis a verdade solidão


Espero impacientemente
As ajudas que a mim são oferecidas
Em momentos de pavor.

Essa loucura de sentimentos perdidos,
Subestimam-me.
Choro a sós,
Com meu medo idealizado.

Julgo a mim mesma,
Por não ter a quem socorrer-me.
Perdoo-os,
Por não poderem socorrer-me.

A verdade machuca-me,
Ela é cruel.
Mas antes uma faca no peito,
Limpa,
Do que um abraço,
Cheio de espinhos.


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