"O tempo é muito lento para os que esperam, muito rápido para os que têm medo, muito longo para os que se lamentam, muito curto para os que festejam, mas, para os que amam, o tempo é uma eternidade."
Há umas duas semanas atrás estive na casa de uma amiga, o que não é de se estranhar, enquanto ela tomava banho eu dava uma olhada nos livros dela, logo que comecei a futricar li um nome que não me era desconhecido, "O pequeno príncipe", um livro do qual não me canso de ler. Dei umas folheadas básicas, prestes a fecha-lo vi que havia um dedicatória na contra capa, "O tempo é muito lento para os que esperam, muito rápido para os que têm medo, muito longo para os que se lamentam, muito curto para os que festejam, mas, para os que amam, o tempo é uma eternidade.", na pressa nem vi quem era o autor, apenas fechei o livro, coloquei em minha mochila e disse à dona do livro que eu o havia pegado emprestado.
Fiquei pensando nessa frase por um bom e longo tempo, fiz muitas comparações, tentando me encaixar em um desses "para os que", cheguei a conclusão de que o tempo é muito lento, muito rápido, muito longo, muito curto, mas também é eterno. Eu espero momentos que sei que não chegarão, tenho medo de tudo que envolva qualquer coisa, me lamento de quem se lamenta, festejo até mesmo quando não deveria, e amo mesmo sem saber amar.
Então percebi que não faz muito sentido achar sentido tudo, cheguei até a pensar que o tal autor dessa frase deveria estar sofrendo de amor não correspondido, o que faria mais sentido, pois quando se trata de amor nada faz sentido e todos aceitam isso, ao pensar nisso lembrei que eu ainda não sabia quem era o tal autor. Fui à procura do livro e revirei minha mochila de cabeça para baixo, até que então eu achei, e lá estava, duas palavras perdidas em uma folha qualquer de um livro com palavras rabiscadas à caneta azul de ponta fina. "William Shakespeare". Eu apenas sorri, guardei o livro, e achei melhor deixar assim.
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ResponderExcluir~palmas~
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